04/11/2009

V (1×01) – Pilot

Trama interessante, atuações convincentes, efeitos especiais impressionantes, parte técnica no ponto, personagens carismáticos, e um início incrivelmente bom. È, eles chegaram!

“V” apresentou um piloto muito sólido. Não foi perfeito. Nem mesmo ultrapassou minhas expectativas (ok, elas já eram enormes). Mas ainda assim convenceu com um roteiro fantástico, e todas as outras coisas já citadas. Alguns conseguiram achar defeitos. Eles existem, mas nenhum é tão forte para comprometer a qualidade da série.

È um dia normal (clichê básico, mas nínguem liga), quando de repente, tudo começa a tremer. Em diversas cidades do mundo, todos tem a mesma visão ao olhar para os céus: uma nave gigantesca. O tumulto é instaurado. Direto da nave, uma mulher aparece para comunicar-se com os humanos. Dado o recado, ela é aplaudida, e vem a Terra para um contato mais direto. Os visitantes enfim, pisaram no nosso lar.

Os visitantes em questão, são bem complexos. Só com o passar do tempo que vamos percebendo um pouco da identidade deles. Eles são pacíficos. Sempre. Isto pelo menos é o que dizem. O outro lado da moeda é que eles existem ali a mais tempo, e não são tão bonzinhos como aparentam (ou querem aparentar). E é isso que os já chamados resistentes querem provar.

Além desse já confronto entre os povos, temos também um ponto interessante a destacar: a religião. A visão deles promete ser algo interessante a ser explorado. Pessoas de outro mundo entraram na nossa casa. O que a religião tem a dizer sobre isso!? Espero que dêem um pouco de foco para esse lado durante a série.

O piloto foi bastante ágil. E não considero isso um defeito. Afinal de contas, já conhecemos praticamente tudo que a série tem a nos oferecer. A base já foi dada. Agora é seguir em frente, desenvolvendo a trama da melhor forma possível.

Elizabeth Mitchell conduz a sua personagem maravilhosamente. Estava com saudades da eterna Juliet. O elenco todo é ótimo, vamos confessar. Até mesmo o filho da Erica (aposto que todo mundo já odeia ele). Joel Gretsch e Morena Baccarin prometem ganhar muitas atenções. Ele com o seu padre confuso, e ela como a “líder” dos visitantes. Não posso deixar de citar o jornalista. Òtimo o momento em que ele confronta a Anna.

As cenas com as naves espalhadas pelo mundo foi ótima. Rio de Janeiro marcando presença (com direito a anúncio em português). O embate entre os “alienígenas” e a resistência foi uma surpresa e tanto. Descobrimos até que Dale era um V (achei previsível, mas tudo bem). E o Ryan também. Porém, este último está do lado dos humanos, o que salienta a idéia de que apesar de pertencer a mesma raça, existem as diferenças.

A arma usada pelos invasores, de acordo com a Erica, é a devoção. E isso ficou bastante explícito. Logo na cena onde a Anna é aplaudida já começamos a perceber. E a concretização veio no final. Estão todos felizes, achando que os V’s são a esperança que faltava para o mundo. Até mesmo Tyler decidiu se ingressar em um programa na nave, sem o conhecimento de sua mãe. E essa devoção, pode ser o ponto crucial na tentativa de deter os visitantes.

O que me rodeou foi o pensamento de que talvez, a série não consiga se prolongar muito. A ótima audiência pode significar um longo caminho. E isto pode ser um problema. Resta ver se conseguirão levar toda a história em um ritmo legal. Este piloto mostrou muito potencial. Tomara que consigam mantê-lo.  Afinal de contas, visitas merecem ser muito bem tratadas.

04/11/2009

Mercy (1×04/05) – Pulling the Goalie/You Lost Me with the Cinderblock

Mercy me conquistou desde o terceiro episódio. Foi nele que eu percebi o quanto a série pode render e nos proporcionar ótimos momentos. Mas foi nesses dois últimos que deu pra perceber realmente que a série é segura de si. Vimos o potencial, e até mesmo a audácia de causar situações que nínguem esperava. E uma das primeiras (assim espero) “surpresas” da temporada aconteceu. De uma forma natural, e quase irrelevante para alguns.

Chloe ainda é a melhor personagem. E acho que dificilmente perderá este posto. A ingenuidade dela é simples. Fora que Michelle Trachtenberg é a mais jovem dali, e ainda assim consegue roubar a cena para sua interpretação. No quarto episódio, a Chloe lidou com um caso muito bom. O garoto com queimaduras no rosto manteve o tom certo, demonstrando a sua preocupação em relação ao futuro. E apesar da tensão entre ambos, o paciente e a enfermeira terminaram mantendo a relação estável. A cena no telhado foi linda, diga-se de passagem.

Consequentemente, Chloe não fez tanto jus a si própria. Ela não teve um caso legal, e nem estava andando pelos corredores com seu uniforme bobinho. Ainda teve menor participação, o que só afirmou o erro que o quinto episódio havia cometido. Ela no corpo de bombeiros foi até legal, mas ainda assim todos preferem vê-la no Mercy Hospital (não é mesmo?).

Os casos mais fracos vem da Sonia. Ao contrário do imaginado, ela não é uma personagem ruim. Na verdade é até muito boa. Porém, os roteiristas não conseguem criar tramas boas para ela mostrar sua capacidade. Por mais que eu goste da sua relação com o namorado policial, foi um tanto desprezível a trama das multas. Mas tudo bem, é a vida pessoal das enfermeiros. Tenho que entender. Agora se a parte médica dela era a pior, a sua rendenção chegou no último episódio. O caso do sonâmbulo foi maravilhoso. Ok, a conclusão com o cachorro que não parava de latir foi tosca, mas a trama não deixou de ser divertida (e emocionante) em nenhum momento.

Veronica cotinua seguindo sua carreira, mas tem de lidar com seus problemas amorosos. Confesso que já está ficando chato essa sua história com o noivo. E bêbê é uma coisa que não se podem pensar neste momento. Início de série e a protagonista já grávida!? Não, definitivamente não. A personagem ainda teve que aceitar as consequências de um “atentado”. Ao que parecia, o ato de quebrar o vidro do carro do Dr. Harris não foi deixado de lado. Teve processo e tudo. No final das contas, a punição não aconteceu. E provavelmente nem acontecerá devido ao acontecimento surpresa.

Dúvido que alguém não ficou surpreso quando a Chloe viu que a mulher que havia sido atacada em um chamado dos bombeiros era a mulher do Dr. Harris. Foi um choque, mesmo nem sequer termos tido um contato mais aproximado com ela. E foi a partir deste fato que vi que posso esperar muito mais de Mercy. Se achei que a emoção estava fraca quando o Harris viu que sua mulher morreu, por outro lado, ele e a Veronica sentados junto, foi bastante tocante.

Dois episódios ótimos. O último melhor que o penúltimo na minha opinião. De tudo comentado, não falei da trilha. Ela continua marcando presença, e sendo extremamente bem executada. Podemos esperar mais surpresas e casos intrigantes. Deliciosa de se ver, Mercy fez e mereceu os elogios por grande parte do público. E eu sou um desses. Que reconhece o trabalho realizado, e gosta de todo esse mundo. Me sinto ligado a série. E agora, é torcer para uma renovação (temporada completa já tá garantido)!

01/11/2009

A estréia de White Collar, e os comentários atrasados

White Collar chegou ultrapassando as minhas expectativas. A história do golpista que passa a ajudar um agente do FBI a resolver casos, é envolvente e interessante. Matthew Bomer e Tim DeKay são ótimos, e possuem uma química considerável. Eles seguram a série sozinhos. Mas a esposa do Peter e o amigo do Neal auxiliam super bem na trama. E no episódio piloto, tivemos o caso do Holândes. Muito bacana o desenvolvimento dessa história, e melhor ainda foi ver a habilidade e a inteligência do Neal em tratar do caso. Não achei a duração (59:00) um problema, mas espero que os próximos sejam menores. Ficou como um cliffhanger, a busca do Neal pelo seu amor, o que com certeza será mostrado futuramente. Todo mundo deve ver ao menos o piloto. È quase que obrigatório para fãs de Burn Notice. Faz uma coisa, baixe e confira. Porque White Collar é muito cool!

Cougar Town continua na mesma. Juro que não consigo dar uma risada sequer com a série. Porém dá pra ficar com um sorrisinho na cara em alguns momentos. Antes de mais nada, é, eu voltei a acompanha-la. Tinha desistido, mas saber que futuramente teremos Lisa Kudrow participando, é de fazer qualquer um voltar atrás. Enfim. O quinto episódio foi bem ruim. Disseram que os homens tinham salvado, mas nem deles consegui gostar. Enquanto no sexto, as coisas ficaram mais agradáveis. As situações envolvendo o término do namoro foram engraçadinhas. Ellie, Travis e Andy! Esses são os personagens que me confortam. E devo dizer que acho a Barb hilária também, mesmo aparecendo bem pouco. Enquanto a série estiver ao menos assistível, estarei acompanhando. Fugiu da linha, recaída já!

O maior problema de Flash Forward comigo, é não me instigar tanto a ponto de querer ver os episódios. E olha que se tem uma coisa que a série sabe fazer é um cliffhanger decente. É sempre assim, um episódio arrastado e um final abre boca. Mas isso já está cansando. Não fico com vontade de assistir, mas quando assisto, até gosto. È complicado minha relação com a série. O quinto episódio eu demorei a ver, mas não foi tãao ruim. Ok, teve o tiroteio mais ridículo ever, porém a trama política me deixou mais a vontade. Agora o sexto me convenceu. Afinal de contas, tivemos Simon (aka Charlie Pace)! E ainda Dylan cute todo desorientado, furos nos flashforwards (isso é ruim ok), futura grávida “sem” útero (!), e a possível descoberta da causa do blackout. Não foi aqueela coisa, mas foi um up legal. Ainda assim a série precisa se firmar, porque desse jeito, não dá. Só uma última coisa: já deu toda essa comparação com Lost, não!? ¬¬

Nem o 8 de Glee eu comentei, né. Pois bem, ele não foi lá essas coisas, mas ainda assim divertiu. Rachel e Puck tem uma química, e se não fosse aquele maldito cabelo dele, acharia o casal fofinho. Will e Emma sim são maravilhosos juntos. Não tem como não torcer por eles. Enquanto isso, Quinn e Finn vão perdendo poder na escola. A garota é até demitida do grupo de cheerleaders. Não fugindo do assunto casal, ainda temos a Sue apaixonada. Tipo, isso não teve preço né! Foi coisa rápida, mas sensacional. Em meio a raspadinhas na cara de todo mundo, o episódio andou lento, e não consegui pegar o brilho que tínhamos nos anteriores. E vamos confessar: as músicas caíram de nível! Madonna será a salvação?

È chato você olhar pra uma série e ver que mesmo depois de 7 episódios, as coisas continuam paradas. Dá pra assistir, algumas tramas são bacaninhas, mas no geral, Gossip Girl não anda. E olha que eu nem odiei esses dois últimos como os iniciais. Na verdade, o sexto foi até bom. Foi de um certo modo, muito filler, mas neste momento, nem sei se a série tem uma “trama central”,  então nem liguei. E olha que o beijo gay foi a coisa mais desprezível em meio a todas as intrigas e disputas por um discurso. Já o sétimo, foi digamos assim, legal. Acho que pela primeira vez eu gostei mais da Serena do que da Blair. A Bass Girl na verdade estava bem apagada na minha mente. E Jenny voltando da forma mais teen possível, hein. E o Rufus vestido de Joey Ramone. E a Lady Gaga mirim minha gente! Vou confessar: até que está dando pra aturar tudo isso.

Quem diria que Derek Shepherd poderia fazer um episódio ser tão excelente como este. Uma cirurgia, um só foco, muitos personagens menosprezados, e ainda assim as coisas andaram super bem em Grey’s Anatomy. Poderia dizer que ele construiu toda a trama sozinho. Cristina, Lexie e o Dr. Avery só estavam lá como apoio. Enquanto o Richard só servia para encher o saco. McDreamy para chefe, peloamordedeus! A história das fraldas foi muito boa. E sério, já tá dando nos nervos ver a Cristina sem rumo. Médico para cardio, cadê? Deslocado, Alex estava todo chato. Entendo o sofrimento por causa da Izzie, mas ah vai lá, eu já não gosto dele. Falando nisso, senti falta da loirinha. Sério! Meredith está de cama, e ainda assim convence. Não sei quando eu passei a gostar tanto dela, mas é, eu gosto. Então, Grey’s está arrebentando. Temporada quase impecável.

How I Met Your Mother da semana retrasada (!) foi ótimo. Duas tramas, e as duas estavam divertidas. Robin viveu o dilema da nacionalidade, e teve a ajuda de Barney. Claro que não ia dar em coisa boa. Novamente implicando com o Canadá, o Barney apanhando na lanchonete foi ótimo. Do outro lado, melhor ainda, Ted e Marshall viajam para Chicago comer uma pizza como faziam antigamente. Mãaas, agora tem o fator Lilly né. Ela querendo fazer xixi toda hora foi sensacional. Assim, a série está no ponto. Humor delicioso. E olha que ainda tem muita novidade vindo pela frente né (Rachel!).

Vou ser direto com Modern Family, porque quero falar mesmo é do sexto. O 1×05 foi bom, e foi totalmente das mulheres. Claire e Sofia arrebentaram, e as suas interpretes também são muito boas. A cena da piscina foi tão harmoniosa. Ai, queria estar nessa família moderna. Mas então, vamos logo para o sexto. Fazia tempos que eu não ria tanto com um episódio em qualquer série. Foi perfeito! Haley aprendendo a dirigir, Phill sendo atropelado, dando seus depoimentos, e a cena final. Lilly batendo a cabeça, as fotos,  Cameron falando com a doutura, ele tentando quebrar o vidro do carro. Manny de poncho, a Gloria mandando o Jay pisar na flauta, e o depoimento dela. Tive que citar tudo isso, porque basicamente TUDO isso me fez rir muuuito. Foi impressionante. Amo Modern Family mais ainda depois de um episódio como esse.

A temporada de The Big Bang Theory está boa, mas dá pra melhorar. Esse episódio foi engraçado em ambos os núcleos. Porém bateu um cansaço. Sheldon me cansando é sinal de apocalipse. Mas foi passageiro. Ele disputando o campeonato foi bacana. E a parceria com o Raj continua rendendo. Enquanto isso, Penny e Leonard estão cada vez mais juntos…com o Howard. Encontro de casais. Adorei o nerd esquisito com aquela mulher. Esse início não está convencendo tanto como na temporada passada. Está certo que é idiota compara-las ainda, mas mesmo assim, eles provaram que conseguem fazer bonito, então queremos mais.

24/10/2009

Grey’s Anatomy (6×06) – I Saw What I Saw

Quem foi o responsável pela morte de uma paciente? Esta foi a pergunta que rondou o episódio inteiro. A tal, passou pelas mãos de muita gente, já que o hospital estava um verdadeiro tumulto. Alguém seria demitido, isto já estava previsto deste o início. E assim aconteceu. Ultrapassando os limites do caótico, Grey’s Anatomy nos apresentou o trunfo da temporada. Um episódio tenso, dramático, e excepcional.

Fomos vendo aos poucos, flashbacks dos acontecimentos antes á morte da paciente. Enquanto isso, todos os médicos estavam enfrentando Richard e o Conselho para dar explicações do ocorrido. Cada um foi mostrando a sua visão ao fato, explicando cada passo dado. E assim foi seguindo o episódio.

Lexie viveu o dilema com um garoto vítima de queimadura. Alex estava problemático por não saber notícias da Izzie. Um dos novos médicos dôou sangue e esqueceu de comer, desmaiando no meio de um procedimento sério. E cada uma dessas coisas podem ter interferido no caso central.

Era importante notar cada detalhe, já que foi apenas um descuido o responsável pela morte da paciente. Pode ter parecido previsível a conclusão da história, mas isso varia para cada um. Porém, bem que dava pra imaginar que a primeira pessoa a pegar na paciente seria a culpada.

Dos novatos, a mais legal foi demitida. Aquela do caderninho. Simplesmente por esquecer de olhar a garganta da mulher, ela causou a sua morte. È impressionante como um ato pode gerar tamanhas consequências. E uma delas foi a demissão da médica. Espero que ela volte a aparecer, seja lá como.

Muitos elementos foram envolvidos. A trama estava intrigante – principalmente pelos flashbacks -, não sabíamos quem era o culpado, e tínhamos a certeza de que alguém seria demitido. Unindo isso a tensão, a emoção, e a todo o clima de desespero, temos aí um episódio quase perfeito.

Do início ao fim o ritmo estava acelerado. Envolvente como nunca, este episódio mexeu com a minha cabeça. Todos os personagens estavam no ponto, cada um melhor que o outro. Nem teve tempo pra odiar o pessoal do Mercy West. Devo lembrar que tivemos outros casos, mas nenhum superou o gerador da trama. Isto é a série mostrando que tem fôlego para “inovar”, e mostrar um show de qualidade definitivamente  impactante.

21/10/2009

Episódios em Série – A Semana Passada [2]

Grey’s Anatomy (5×05 – Invasion) : O acontecimento mais esperado até agora chegou causando polêmica. Quem gostou do pessoal  do Mercy West!? Difícil achar alguém. Mas isso talvez torne a chegada deles boa. São odiados por quase todos, oras. Um dos problemas foi a confusão no hospital. Era muita gente! Quem se destacou pra mim foi a Callie e a Arizona. Lindinhas. E a Lexie com a garota do caderno também foi interessante. Apesar de não estar tão boa no episódio, a cena da Cristina com a Meredith foi óotima. Lembro dela chorando daquele jeito só depois do não-casamento com o Burke (que foi citado). Só peço que essa fusão com o Mercy West não dure a temporada toda. peloamordedeus!

Vampire Diaries (1×06 – Lost Girls) : A série está muito boa! Não imaginava um dia dizer isso, ainda mais tão cedo. Mas sim, estou bastante envolvido na trama dos vampiros de Mystic Falls. Os flashbacks foram bem bacanas. A Elena descobrir sobre o Stefan foi muito bom. Deu uma balançada legal na relação dos dois. E a Vicki virou mesmo uma vampira, né. Arranjaram uma ótima saída pra personagem ficar mais interessante. Aquela cena final foi bem lindinha, né! Não canso de ouvir a música. Mas então, VD está seguindo uma linha bem superior ao imaginado. Corvo, who!?

Fringe (2×05 – Dream Logic) : Sem dúvida alguma Fringe está tendo uma das temporadas mais consistentes da atualidade. Este episódio foi muito bom, totalmente aceitável no ritmo que a série vem mantendo. Confesso que até fiquei surpreso. Imaginei que fossem cair no óbvio de colocar o assistente como o culpado, mas não. Outra coisa legal foi a própria base para o episódio: sonhos. E por fim, Walter e Peter novamente mostrando que tem muita coisa obscura no passado deles. Vou amando tudo, e não tenho praticamente nada a reclamar que possa influenciar na qualidade da série. GO LIV!

Flash Forward (1×04 – Black Swan) : Não estou mais tão empolgado com a série. Simplesmente porque eu percebi que as coisas estão na mesma, a trama está lenta, e nem é tão envolvente assim. A cena inicial foi magnífica. Mas depois disso também, foi a mesma lenga lenga. A única parte que me intrigou foi a do cara do ônibus, e um pouco da parte da Nicole. No geral a série está abaixo do esperado, com umas revelações meio…chatas. Vamos ver se depois daquele final onde o eterno Charlie Pace aparece, as coisas ficam melhores. Um up urgente por favor. E explorem flashforwards alheios, que pode ser mais interessante que o Mark e seu espírito de salvador #dica.

Smallville (9×04 – Echo) : Não vou reclamar porque não espero nada mais do que uma história boa o bastante para ser acompanhada. Pra mim o episódi foi bom, e a temporada está na medida. Gosto do Toyman, e como estou total livre de spoilers, não imaginava que ele fosse aparecer de novo. O que é esse poder do Clark, hein!? Aquele efeito mostrando que ele estava lendo as mentes era chaaato. Vamos voltar a ser o Arqueiro Verde, Oliver!? Porque você tá um tanto insuportável. Continuem assim e encerrem direito logo a jornada do Superman. Só isso que eu quero.

Trauma (1×02 – All’s Fair) : Incrivelmente superior ao piloto. Aquele roteiro fraco e casos desinteressantes foram deixados para trás. Desta vez foram diversas histórias, todas bem bacanas, e ainda com o lado pessoal dos paramédicos dando cobertura. Colocar duas crianças em um episódio é sacanagem, né!? Muito cute aquele garotinho. E o outro foi super emocionante conversando com a mãe na cama. E ainda tivemos o bandido que levou um tiro, o velho “safado”, e o homem da perna (doeu em mim, ok). Muito mais maduro, esse episódio me fez ficar esperando ansioso pelo próximo.