Médicos e Enfermeiras

15/11/2009 § 1 comentário

Robbin’s Anatomy foi ótimo. Arizona e sua relação com crianças é uma coisa bem bacana de se ver. E quanto temos um final trágico como o do episódio, a situação fica bem mais complicada. Além de matarem o garoto, fizeram isso justamente no aniversário dele e da Arizona. Foi pra engolir seco. Junto com ela chorando com a Callie. Relação esta, que admiro muito.

Cristina começa a aparecer com seu lado médico. Já estava na hora, né. Muito bom o conflito com o Hunt. Falando nisso, o casal parou de progredir. Outra coisa legal também foi o Karev com a história do bêbê. Nem tem como reclamar dele no episódio. No geral, tivemos aquela coisa emocionante e forte o tempo todo. Drama de primeira!

Já esse último de Grey’s Anatomy foi bom também. Mas não tanto. Cristina teve um certo destaque a mais, porém nada tão impactante. Preciso de um Yang’s Anatomy. Sério, a personagem precisa voltar a ser aquela médica. E não adianta me colocar uma Teddy da vida para ser Cardio God. Não gostei dela, nem como cirugiã, nem como pessoa. E pra quê abalar  o casal já abalado mais apagado da série? Affe.

Izzie voltou. E Meredith também. A primeira teve um caso bacana, um retorno impactante, mas continua aquela coisinha insignificante. Estava linda ela, não?! E a segunda, calma e tranquila como vem sendo. Mer me conquistou desde a quinta temporada, e fielmente sigo amando-a. Ainda teve a Adelle suspeitando de um caso entre a Bailey e o Chief. Hilário. E no fim, parece que Richard se tocou sobre o que vem fazendo. Vamos ver no que isso vai dá. Até agora, maravilha essa temporada.

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Mercy continua me conquistando, apresentando uma história simples e envolvente. O sexto episódio se focou no romance da Veronica com o Mike. Todo mundo sabia do segredo da enfermeira, e claro, ele acabou chegando aos ouvidos do rapaz. Vou confessar que aquela família é um porre. E se não fosse a Veronica com o seu caso médico, seria total merda. Elizabeth Moss fazendo a paciente com câncer foi bem legal. Só nem precisou de muito esforço pra atuar, né. Sonia e o drama com o tiroteio relacionado a seu namorado estava ok. E a Chloe vai perdendo seu destaque no hospital. Enfim, de certa maneira o episódio foi bom.

O sétimo foi igualmente bom. Só acho que a série precisa manter o equilíbrio melhor. Veronica teve como paciente o seu próprio pai. E tinha que vir junto na bagagem uns familiares idiotas. George O’Malley feelings. Mas então, foi engraçada a briga do Mike com o Chris. Agora vamos combinar que uma morte por aqueles lados ali seria bom, não!?

Sofia, aquela que sempre reclamo não ter um caso bom, finalmente teve a sua hora. Não que seja grande coisa, mas foi uma trama interessante. E  foi surpreendente quando a paciente atacou o namorado que abusava dela. Estava aquela coisa bem tensa mesmo. Enquanto isso, Chloe continua apagada no lado médico de ser. E a vida pessoal dela nem vai tão bem. Era tão bom no início…

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Rápido e direto!

15/11/2009 § Deixe um comentário

Family Guy retornou depois de um bom tempo, com 2 episódios. Valeu a pena, né. O quarto começou divertido, mas foi ficando chatinho ao decorrer do tempo. Brian e seus relacionamentos amorosos não é algo tão divertido assim. E como o destaque foi praticamente dele, ficou tudo meio morno. Tirando a homenagem a Patrick Swayze, com o Peter golpeando tudo a sua frente, só algumas coisinhas foram consideráveis.

Já o quinto: simplesmente fantástico. Brian e Stewie juntos, como não gostar?! E ainda dividindo as atenções com o Peter. Ou seja, equilíbrio perfeito. Este episódio será memorável. Tivemos o famoso Evil Monkey saindo do armário para viver com a família. E do outro lado, uma zoação hilária com Miley Cyrus. Muitas cenas divertidas, e ótimos momentos, como a referência a King Kong. E de acordo com Family Guy, Hanna Montana é um andróide. Amazing!

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O sexto episódio de Fringe foi chato e dispensável. Nem tenho muito o que falar. O caso da semana foi fraco, o andamento da investigação foi um tédio, e simplesmente não empolgou toda a história do cosmonauta. Enquanto o sétimo, pode entrar no top episódios da série. Estava tudo excelente. Uma criança vilã. Uma história envolvente. Cenas bacanas, e uma pitada de mistérios da storyline principal. Foi surpresa o garoto estar controlando as pessoas? Não. Mas me surpreendi ao ver que ele estava armando tudo. Pensei que seria o velho clichê da “criança com poderes que é usada por caras maus”. Com certeza redimiu o nível do episódio anterior. Muito bom!

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Crítico e tocante. Um bom resumo para o 1×09 de Glee. Focado no Artie, o episódio mostrou um pouco da dificuldade enfrentada por cadeirantes. E a lição de moral não veio só daí. Sue Sylvester, quem diria, tem coração! Ela chamou uma deficiente para ser a nova integrante do Cheerios. No final, descobrimos que a professora tem uma irmã com esse mesmo problema. Foi incrível a maneira como trataram dos temas. Tivemos ainda Puck e Finn em conflito por causa do filho da Quinn. E Kurt disputando uma música, e mostrando ter uma bela relação com o seu pai. Pra mim, o problema foram os musicais. Não foram ruins, mas tirando a apresentação final, o brilho está mais fraco. Ainda assim, Glee continua com sua essência divertida.

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Os dois últimos episódios de Gossip Girl foram até aceitáveis. Minto, porque o último foi muito bom! Vamos lá. O oitavo envolveu a eleição que Tripp Van Der Bilt concorria. Foi aquela coisa de escândalos políticos, sabe. Mas todo mundo que assiste a série gosta dessas intriguinhas. E esse foi o ponto considerável do episódio. Junto com a Blair enfiando a cara no bolo. Pastelão, mas divertido. Ahh, e que tal dar uma sumida no Nate? Jurooo, nem vou notar.

O nono foi super digno de primeira temporada. E isto é pra comemorar, considerando o nível que a série vem mantendo. Mas então…tava todo mundo bitch! Jenny tentando arranjar um bom partido para o baile. Eric querendo parar a Jenny. E a Blair se intrometendo para “proteger” o seu legado. Foram muitas reviravoltas, e todas regadas a golpes teens. Eles fizeram o episódio ser o que foi. O Threesome não foi nada, em comparação. E olha que eu não me decepcionei como a maioria. A burrice foi da CW de divulgar aquilo como um threesome propriamente dito. Pois então, GG finalmente fez algo para chamar de BOM!

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How I Met Your Mother teve dois ótimos episódios. O sexto foi um duelo de casais. Lilly e Marshal são conhecidos por serem perfeitinhos, mas começaram a brigar. Enquanto Robin e Barney, são conhecidos por serem saidinhos, viraram o casal exemplo. E a série conseguiu conduzir tudo isso muito bem. Momentos impagáveis, como o Barney e a Robin não tendo pra onde escapar ao iniciarem uma briga, provam que HIMYM consegue ser divertida e “deliciosa” ao mesmo tempo.

O sétimo então, foi fantástico! Memorável, também. Afinal de contas, marcou o término do relacionamento do Barney com a Robin. Amo os dois, mas nem vou ligar se eles não voltarem. Eles foram se destruindo aos poucos. Foi hilário o Barney gordo, e a Robin estressadíssima. E a Lilly armando para separa-los com a ajuda das “maiores brigas”, foi impagável. Não tem como falar mais. Foi muito bom, meesmo. Vamos ver qual o rumo a série tomará, já que perdeu um casal bastante querido pelo público. Agora: Daddy’ Home!

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O que acontece com The Big Bang Theory, hein? A série não é mais a mesma. A temporada até agora está bem medíocre. Sheldon, meu ídolo, as vezes me cansa mentalmente. Assim, o sexto episódio foi legal. Leonard tentando aprender sobre futebol. Sheldon mostrando saber sobre futebol (!). Enquanto Raj e Howard vão aparentando cada vez mais ser um casal. Essa é a graça do negócio. O problema que eu vejo são as tramas inventadas. Estão fracas.

O sétimo melhorou um pouco. Foi centrado no Sheldon, fato que proporcionou os melhores episódios da segunda temporada, vamos confessar. O nerd mais nerd do universo tem um trauma de infância que o deixa nervoso ao presenciar uma briga. E o episódio todo foi cercado de conflitos. Penny com Leonard por causa de um hospéde da loira, e Raj com Howard por causa do “relacionamento” deles. Sheldon definitivamente me puniu por dizer que as vezes ele cansa. Já disse, e repito: as caras de Jim Parsons são hilárias. Ainda assim, espero umas tramas mais divertidas.

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Agora as coisas serão assim: rápidas e diretas. Claro que tentarei escrever textos de verdade, mas enquanto isso, vai sendo esses mini-comentários chupados aí. Se já me atraso com as séries, com os comentários então, é pior ainda. São tempos díficeis, meus caros!

V (1×01) – Pilot

04/11/2009 § 3 Comentários

Trama interessante, atuações convincentes, efeitos especiais impressionantes, parte técnica no ponto, personagens carismáticos, e um início incrivelmente bom. È, eles chegaram!

“V” apresentou um piloto muito sólido. Não foi perfeito. Nem mesmo ultrapassou minhas expectativas (ok, elas já eram enormes). Mas ainda assim convenceu com um roteiro fantástico, e todas as outras coisas já citadas. Alguns conseguiram achar defeitos. Eles existem, mas nenhum é tão forte para comprometer a qualidade da série.

È um dia normal (clichê básico, mas nínguem liga), quando de repente, tudo começa a tremer. Em diversas cidades do mundo, todos tem a mesma visão ao olhar para os céus: uma nave gigantesca. O tumulto é instaurado. Direto da nave, uma mulher aparece para comunicar-se com os humanos. Dado o recado, ela é aplaudida, e vem a Terra para um contato mais direto. Os visitantes enfim, pisaram no nosso lar.

Os visitantes em questão, são bem complexos. Só com o passar do tempo que vamos percebendo um pouco da identidade deles. Eles são pacíficos. Sempre. Isto pelo menos é o que dizem. O outro lado da moeda é que eles existem ali a mais tempo, e não são tão bonzinhos como aparentam (ou querem aparentar). E é isso que os já chamados resistentes querem provar.

Além desse já confronto entre os povos, temos também um ponto interessante a destacar: a religião. A visão deles promete ser algo interessante a ser explorado. Pessoas de outro mundo entraram na nossa casa. O que a religião tem a dizer sobre isso!? Espero que dêem um pouco de foco para esse lado durante a série.

O piloto foi bastante ágil. E não considero isso um defeito. Afinal de contas, já conhecemos praticamente tudo que a série tem a nos oferecer. A base já foi dada. Agora é seguir em frente, desenvolvendo a trama da melhor forma possível.

Elizabeth Mitchell conduz a sua personagem maravilhosamente. Estava com saudades da eterna Juliet. O elenco todo é ótimo, vamos confessar. Até mesmo o filho da Erica (aposto que todo mundo já odeia ele). Joel Gretsch e Morena Baccarin prometem ganhar muitas atenções. Ele com o seu padre confuso, e ela como a “líder” dos visitantes. Não posso deixar de citar o jornalista. Òtimo o momento em que ele confronta a Anna.

As cenas com as naves espalhadas pelo mundo foi ótima. Rio de Janeiro marcando presença (com direito a anúncio em português). O embate entre os “alienígenas” e a resistência foi uma surpresa e tanto. Descobrimos até que Dale era um V (achei previsível, mas tudo bem). E o Ryan também. Porém, este último está do lado dos humanos, o que salienta a idéia de que apesar de pertencer a mesma raça, existem as diferenças.

A arma usada pelos invasores, de acordo com a Erica, é a devoção. E isso ficou bastante explícito. Logo na cena onde a Anna é aplaudida já começamos a perceber. E a concretização veio no final. Estão todos felizes, achando que os V’s são a esperança que faltava para o mundo. Até mesmo Tyler decidiu se ingressar em um programa na nave, sem o conhecimento de sua mãe. E essa devoção, pode ser o ponto crucial na tentativa de deter os visitantes.

O que me rodeou foi o pensamento de que talvez, a série não consiga se prolongar muito. A ótima audiência pode significar um longo caminho. E isto pode ser um problema. Resta ver se conseguirão levar toda a história em um ritmo legal. Este piloto mostrou muito potencial. Tomara que consigam mantê-lo.  Afinal de contas, visitas merecem ser muito bem tratadas.

Mercy (1×04/05) – Pulling the Goalie/You Lost Me with the Cinderblock

04/11/2009 § 3 Comentários

Mercy me conquistou desde o terceiro episódio. Foi nele que eu percebi o quanto a série pode render e nos proporcionar ótimos momentos. Mas foi nesses dois últimos que deu pra perceber realmente que a série é segura de si. Vimos o potencial, e até mesmo a audácia de causar situações que nínguem esperava. E uma das primeiras (assim espero) “surpresas” da temporada aconteceu. De uma forma natural, e quase irrelevante para alguns.

Chloe ainda é a melhor personagem. E acho que dificilmente perderá este posto. A ingenuidade dela é simples. Fora que Michelle Trachtenberg é a mais jovem dali, e ainda assim consegue roubar a cena para sua interpretação. No quarto episódio, a Chloe lidou com um caso muito bom. O garoto com queimaduras no rosto manteve o tom certo, demonstrando a sua preocupação em relação ao futuro. E apesar da tensão entre ambos, o paciente e a enfermeira terminaram mantendo a relação estável. A cena no telhado foi linda, diga-se de passagem.

Consequentemente, Chloe não fez tanto jus a si própria. Ela não teve um caso legal, e nem estava andando pelos corredores com seu uniforme bobinho. Ainda teve menor participação, o que só afirmou o erro que o quinto episódio havia cometido. Ela no corpo de bombeiros foi até legal, mas ainda assim todos preferem vê-la no Mercy Hospital (não é mesmo?).

Os casos mais fracos vem da Sonia. Ao contrário do imaginado, ela não é uma personagem ruim. Na verdade é até muito boa. Porém, os roteiristas não conseguem criar tramas boas para ela mostrar sua capacidade. Por mais que eu goste da sua relação com o namorado policial, foi um tanto desprezível a trama das multas. Mas tudo bem, é a vida pessoal das enfermeiros. Tenho que entender. Agora se a parte médica dela era a pior, a sua rendenção chegou no último episódio. O caso do sonâmbulo foi maravilhoso. Ok, a conclusão com o cachorro que não parava de latir foi tosca, mas a trama não deixou de ser divertida (e emocionante) em nenhum momento.

Veronica cotinua seguindo sua carreira, mas tem de lidar com seus problemas amorosos. Confesso que já está ficando chato essa sua história com o noivo. E bêbê é uma coisa que não se podem pensar neste momento. Início de série e a protagonista já grávida!? Não, definitivamente não. A personagem ainda teve que aceitar as consequências de um “atentado”. Ao que parecia, o ato de quebrar o vidro do carro do Dr. Harris não foi deixado de lado. Teve processo e tudo. No final das contas, a punição não aconteceu. E provavelmente nem acontecerá devido ao acontecimento surpresa.

Dúvido que alguém não ficou surpreso quando a Chloe viu que a mulher que havia sido atacada em um chamado dos bombeiros era a mulher do Dr. Harris. Foi um choque, mesmo nem sequer termos tido um contato mais aproximado com ela. E foi a partir deste fato que vi que posso esperar muito mais de Mercy. Se achei que a emoção estava fraca quando o Harris viu que sua mulher morreu, por outro lado, ele e a Veronica sentados junto, foi bastante tocante.

Dois episódios ótimos. O último melhor que o penúltimo na minha opinião. De tudo comentado, não falei da trilha. Ela continua marcando presença, e sendo extremamente bem executada. Podemos esperar mais surpresas e casos intrigantes. Deliciosa de se ver, Mercy fez e mereceu os elogios por grande parte do público. E eu sou um desses. Que reconhece o trabalho realizado, e gosta de todo esse mundo. Me sinto ligado a série. E agora, é torcer para uma renovação (temporada completa já tá garantido)!

A estréia de White Collar, e os comentários atrasados

01/11/2009 § 3 Comentários

White Collar chegou ultrapassando as minhas expectativas. A história do golpista que passa a ajudar um agente do FBI a resolver casos, é envolvente e interessante. Matthew Bomer e Tim DeKay são ótimos, e possuem uma química considerável. Eles seguram a série sozinhos. Mas a esposa do Peter e o amigo do Neal auxiliam super bem na trama. E no episódio piloto, tivemos o caso do Holândes. Muito bacana o desenvolvimento dessa história, e melhor ainda foi ver a habilidade e a inteligência do Neal em tratar do caso. Não achei a duração (59:00) um problema, mas espero que os próximos sejam menores. Ficou como um cliffhanger, a busca do Neal pelo seu amor, o que com certeza será mostrado futuramente. Todo mundo deve ver ao menos o piloto. È quase que obrigatório para fãs de Burn Notice. Faz uma coisa, baixe e confira. Porque White Collar é muito cool!

Cougar Town continua na mesma. Juro que não consigo dar uma risada sequer com a série. Porém dá pra ficar com um sorrisinho na cara em alguns momentos. Antes de mais nada, é, eu voltei a acompanha-la. Tinha desistido, mas saber que futuramente teremos Lisa Kudrow participando, é de fazer qualquer um voltar atrás. Enfim. O quinto episódio foi bem ruim. Disseram que os homens tinham salvado, mas nem deles consegui gostar. Enquanto no sexto, as coisas ficaram mais agradáveis. As situações envolvendo o término do namoro foram engraçadinhas. Ellie, Travis e Andy! Esses são os personagens que me confortam. E devo dizer que acho a Barb hilária também, mesmo aparecendo bem pouco. Enquanto a série estiver ao menos assistível, estarei acompanhando. Fugiu da linha, recaída já!

O maior problema de Flash Forward comigo, é não me instigar tanto a ponto de querer ver os episódios. E olha que se tem uma coisa que a série sabe fazer é um cliffhanger decente. É sempre assim, um episódio arrastado e um final abre boca. Mas isso já está cansando. Não fico com vontade de assistir, mas quando assisto, até gosto. È complicado minha relação com a série. O quinto episódio eu demorei a ver, mas não foi tãao ruim. Ok, teve o tiroteio mais ridículo ever, porém a trama política me deixou mais a vontade. Agora o sexto me convenceu. Afinal de contas, tivemos Simon (aka Charlie Pace)! E ainda Dylan cute todo desorientado, furos nos flashforwards (isso é ruim ok), futura grávida “sem” útero (!), e a possível descoberta da causa do blackout. Não foi aqueela coisa, mas foi um up legal. Ainda assim a série precisa se firmar, porque desse jeito, não dá. Só uma última coisa: já deu toda essa comparação com Lost, não!? ¬¬

Nem o 8 de Glee eu comentei, né. Pois bem, ele não foi lá essas coisas, mas ainda assim divertiu. Rachel e Puck tem uma química, e se não fosse aquele maldito cabelo dele, acharia o casal fofinho. Will e Emma sim são maravilhosos juntos. Não tem como não torcer por eles. Enquanto isso, Quinn e Finn vão perdendo poder na escola. A garota é até demitida do grupo de cheerleaders. Não fugindo do assunto casal, ainda temos a Sue apaixonada. Tipo, isso não teve preço né! Foi coisa rápida, mas sensacional. Em meio a raspadinhas na cara de todo mundo, o episódio andou lento, e não consegui pegar o brilho que tínhamos nos anteriores. E vamos confessar: as músicas caíram de nível! Madonna será a salvação?

È chato você olhar pra uma série e ver que mesmo depois de 7 episódios, as coisas continuam paradas. Dá pra assistir, algumas tramas são bacaninhas, mas no geral, Gossip Girl não anda. E olha que eu nem odiei esses dois últimos como os iniciais. Na verdade, o sexto foi até bom. Foi de um certo modo, muito filler, mas neste momento, nem sei se a série tem uma “trama central”,  então nem liguei. E olha que o beijo gay foi a coisa mais desprezível em meio a todas as intrigas e disputas por um discurso. Já o sétimo, foi digamos assim, legal. Acho que pela primeira vez eu gostei mais da Serena do que da Blair. A Bass Girl na verdade estava bem apagada na minha mente. E Jenny voltando da forma mais teen possível, hein. E o Rufus vestido de Joey Ramone. E a Lady Gaga mirim minha gente! Vou confessar: até que está dando pra aturar tudo isso.

Quem diria que Derek Shepherd poderia fazer um episódio ser tão excelente como este. Uma cirurgia, um só foco, muitos personagens menosprezados, e ainda assim as coisas andaram super bem em Grey’s Anatomy. Poderia dizer que ele construiu toda a trama sozinho. Cristina, Lexie e o Dr. Avery só estavam lá como apoio. Enquanto o Richard só servia para encher o saco. McDreamy para chefe, peloamordedeus! A história das fraldas foi muito boa. E sério, já tá dando nos nervos ver a Cristina sem rumo. Médico para cardio, cadê? Deslocado, Alex estava todo chato. Entendo o sofrimento por causa da Izzie, mas ah vai lá, eu já não gosto dele. Falando nisso, senti falta da loirinha. Sério! Meredith está de cama, e ainda assim convence. Não sei quando eu passei a gostar tanto dela, mas é, eu gosto. Então, Grey’s está arrebentando. Temporada quase impecável.

How I Met Your Mother da semana retrasada (!) foi ótimo. Duas tramas, e as duas estavam divertidas. Robin viveu o dilema da nacionalidade, e teve a ajuda de Barney. Claro que não ia dar em coisa boa. Novamente implicando com o Canadá, o Barney apanhando na lanchonete foi ótimo. Do outro lado, melhor ainda, Ted e Marshall viajam para Chicago comer uma pizza como faziam antigamente. Mãaas, agora tem o fator Lilly né. Ela querendo fazer xixi toda hora foi sensacional. Assim, a série está no ponto. Humor delicioso. E olha que ainda tem muita novidade vindo pela frente né (Rachel!).

Vou ser direto com Modern Family, porque quero falar mesmo é do sexto. O 1×05 foi bom, e foi totalmente das mulheres. Claire e Sofia arrebentaram, e as suas interpretes também são muito boas. A cena da piscina foi tão harmoniosa. Ai, queria estar nessa família moderna. Mas então, vamos logo para o sexto. Fazia tempos que eu não ria tanto com um episódio em qualquer série. Foi perfeito! Haley aprendendo a dirigir, Phill sendo atropelado, dando seus depoimentos, e a cena final. Lilly batendo a cabeça, as fotos,  Cameron falando com a doutura, ele tentando quebrar o vidro do carro. Manny de poncho, a Gloria mandando o Jay pisar na flauta, e o depoimento dela. Tive que citar tudo isso, porque basicamente TUDO isso me fez rir muuuito. Foi impressionante. Amo Modern Family mais ainda depois de um episódio como esse.

A temporada de The Big Bang Theory está boa, mas dá pra melhorar. Esse episódio foi engraçado em ambos os núcleos. Porém bateu um cansaço. Sheldon me cansando é sinal de apocalipse. Mas foi passageiro. Ele disputando o campeonato foi bacana. E a parceria com o Raj continua rendendo. Enquanto isso, Penny e Leonard estão cada vez mais juntos…com o Howard. Encontro de casais. Adorei o nerd esquisito com aquela mulher. Esse início não está convencendo tanto como na temporada passada. Está certo que é idiota compara-las ainda, mas mesmo assim, eles provaram que conseguem fazer bonito, então queremos mais.

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