Skins (3° Temporada)

31/03/2009 § 10 Comentários

Até hoje me lembro. Finais abertos, conclusivos, fracos, ótimos, e um episódio que fechou a segunda temporada de Skins, a consagrando como a melhor série teen da atualidade. È em cenas como o discurso de Jal, que a gente vê a qualidade suprema que nos foi apresentado. Ali, se fechava uma saga, um ciclo, uma geração. Depois do “sorriso fatal” de Effy, era dado o ínicio a uma nova geração, novos personagens, novos dramas, tudo novo. Enfim, depois de um tempo, começava a terceira temporada da série, que era aguardada por muitos, mas que começou agradando poucos.

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Episódios em Série

29/03/2009 § 2 Comentários

Skins (3×10) – Finale [Season Finale]

Depois de muita discórdia, Skins termina sua temporada em um episódio que dividiu opiniões. Confesso que minhas expectativas estavam lá em baixo, pois achava que o episódio seria Cook demais (se é que me entendem). Isso deve ter ajudado bastante na minha opinião, pois por mais que realmente o episódio tenha sido Cook demais, foi marcante, emocionante, e até mesmo divertido. Mas que fique claro, não foi muita coisa não.

Tivemos somente Effy, Freddie, Cook e JJ marcando presença (a Karen não conta, né?). De um lado, Effy e Cook continuam se acabando por aí, até chegarem no destino desejado por Cook : o lugar onde seu pai mora. Do outro, Freddie continua apaixonado por Effy, e JJ cansado de toda essa situação, resolve puxar o amigo para buscar a garota, depois de uma conversa com a mãe dela, e também depois de um telefonema da própria Effy.

Não deu pra sentir muito ódio do Cook. Por mais que ele tenha continuado sendo um imbecil, aqui a coisa foi mais amena. Na verdade, o posto de chato foi para o pai dele. Mas tivemos muitas coisas boas. JJ se mostrou um dos melhores personagens, Effy teve uma participação bem ao estilo das primeiras temporadas (calada, enigmática e bitch), a trilha também estava boa, dentre outros detalhes.

Foi pra fechar, mas infelizmente não foi com chave de ouro. Por mais que eu tenha gostado do episódio, poderia ter sido melhor, por ser uma finale, e por ser de Skins. E digamos que, comparando com a finale passada, esse episódio deveria ser jogado na lixeira. Mas evitando comparações, deu pra dá aquela despedida da série, que agora só volta ano que vem. Até lá, né.

[Em breve, o “Balanço da Temporada” desta 3° fase de Skins]

Chuck (2×17) – Chuck Versus The Predator

Um ótimo episódio, que teve um pouco de tudo, e ainda deu um gancho bem bacana para os próximos capítulos. Chuck mantem um ritmo excepcional nesta segunda temporada, e é por episódios como este, que a gente enche a boca pra falar : Não cancelem a série mais divertida da tv !

Finalmente o tal do Orion deu as caras, e provou ser um baita hacker de computador. O cara consegue invadir qualquer máquina, e mandar mensagens através delas. Foi assim que ele chegou a Chuck. Ao longo do episódio, a missão era o Chuck conseguir um computador (que chegará a Buy More), para poder falar com Orion. Só que várias coisas acontecem, e chega um ponto que descobrimos que a FULCRUM e a CIA estão atrás do hacker, tanto que isso foi capaz de tirar a General de trás do computador, e fazer ela ir, pessoalmente, até Sarah e Casey.

O núcleo Buy More foi até legal. Uma Buy More de Beverly Hills entra em disputa com “a nossa”, já que o tal computador chegará primeiro aqui, e o povo de lá, fica com inveja. Mas antes disso, Lester finge ser Chuck, e pega o computador, o que causa confusão. Um pouco que me irrita é isso, a idiotice de alguns personagens como Lester. E outra, o povo entrega um super computador e não pede nenhuma identificação ?! Tá, são mínimos detalhes mas aff né.

Mas então, foi diversão pura, com muita ação, comédia e o de sempre. No final, Orion “se mata”, e agora Chuck tem em mãos alguns manuais para ajuda-lo a tirar o Intersect da sua cabeça. Veremos o que acontecerá.

Smallville (8×17) – Hex

Infelizmente (ou felizmente), não vi o episódio passado. Confesso que ao longo desse episódio, vi que aconteceu algumas coisas no casamento da Chloe. Mas então, minhas expectativas estavam lá nas alturas. E o que eu posso dizer, é que esse episódio me decepcionou um pouco, mesmo sendo divertido, tendo várias cenas marcantes, e claro, participações especiais.

De tudo que eu sabia do episódio, a única coisa (e mais importante) que eu não sabia era que teria uma “troca de corpos”. Chloe deseja ser Lois, e acaba que Zatanna realiza o desejo, e a loirinha se transforma fisicamente na prima, enquanto nada acontece com a verdadeira Lois. A Chloe no corpo da Lois estava muito legal, e era engraçado ela tentando parecer a Lois.

Depois, descobrimos que Zatanna queria na verdade, um livro que estava nas mãos na Luthorcorp para poder ressucitar seu pai. Ela vai até Oliver, e pede ajuda, que acaba cedendo e fazendo o dever. E no fim das contas, acaba sobrando para Clark, que fica enfeitiçado e esquece que tem super poderes.

A cena do voo foi muito show, mas ainda tinha esperança de tal feito ser realizado por esforço próprio do Clark. A participação da Zatanna foi ótima, e a atriz combina bastante com a personagem. E no mais, foi realmente um episódio bastante divertido, mas que poderia ter sido excepcional. Parece que o povo só capricha na tensão, no clímax e tal, nas season finales. Assim fica um pouco díficil.

Lost (5×10) – He’s Our You

27/03/2009 § 5 Comentários

Um episódio que não foi muito bom, nem muito ruim. Ok, estou adorando essa quinta temporada de Lost, então, as vezes eu espero demais de um episódio. Traudzindo, podemos dizer que este foi um episódio legal, e pronto.

Centrado em Sayid, tivemos diversos flashbacks sobre como ele foi parar nas mãos de Ilhana (a policial), e também alguns outros detalhes. No “presente”, ele continua sendo mantido como prisioneiro pelo povo da vila, que tentam descobrir os motivos pelo qual ele estava fugindo do seu pessoal, já que eles pensam que ele é um hostil.

Sayid é um bom personagem, com uma personalidade marcante e boas histórias para serem mostradas. Mas os episódios centrados nele, são em sua maioria, legais e só. Confesso que foi demais ver a relação entre ele e o pequeno Ben, as verdades que ele disse depois de ser “torturado” e também os flashbacks. Mas não dá aquela expectativa como muitos outros.

Do outro lado, ainda tivemos um pouco mais da relação do quarteto Jack/Kate/Sawyer/Juliet. A ruiva descobriu o envolvimento de Juliet com Sawyer, e agora fica aquela coisa estranha no ar. Bem, foi uma trama paralela sem muita importância. Mas Sawyer sim teve alguma importância, pois tentou ajudar Sayid a se safar, e ainda quase teve o “segredo” da sua verdadeira identidade revelado.

Foi um episódio tranquilo, em alguns aspectos, chato, em outros, tenso. Mas continuaremos firme e forte com essa sensacional temporada que, segue muito bem. Pelo menos agora temos alguns ganchos para os próximos episódios, que concerteza deixou muita gente, no mínimo, curiosa.

Alguns Destaques :

– Pensei estar vendo qualquer outra coisa, menos Lost naquele ínicio. Detalhe : Vi esse ínicio “ao vivo”.

– Nos mínimos minutos que eu vi “ao vivo”, jurava que tinham mudado o ator que fazia o Little Ben. Ufa, ainda bem que estava enganado.

– Adorei a cena que o Sayid fala as verdades lá. Por um instante, pensei : Sawyer está fudido.

– È a primeira vez que ele dá uma risada real na série ou estou enganado !?!

– Uma Kombi em chamas aparece do nada ? Isso também acontece em Lost.

– Pequeno Ben gênio!

– Que cena “legal” a do Ben Junior conversando com o Sayid. Tadinho.

– Meoldeus!!! Sayid tem muito sangue frio pra conseguir matar um garoto, que mesmo sendo um louco no futuro, é um garoto. Foi triste e surpreso ao mesmo tempo.

– Sorry pelos diferentes nomes dado ao Ben quando criança.

Skins + Heroes

25/03/2009 § 3 Comentários

Skins (3×09) – Katie e Emily

Esse é o penúltimo episódio. E que episódio. Das gêmeas, as personagens da vez aqui , só gostava da Emily. Mas tivemos a chance de conhecer um pouco mais do conflito entre as irmãs, os motivos, as causas, e a soberania imposta por Katie, em relação a Emily.

Depois dos acontecimentos passados, onde Katie toma a pedrada na cabeça e vai parar no hospital, agora a vida das duas continua andando. Katie está com seu rosto “marcado”, e está só dentro de casa, depois do acidente e da traição de Freddie. Já Emily continua sua vida, e quer assumir seu romance com Naomi no baile que se aproxima.

Estas foram as tramas desenvolvidas no episódio, marcando muito na relação Emily/Naomi, e principalmente, Emily/Katie. A irmã “bitch” quer ter todo o controle em cima de Emily, querendo sempre ser a comandante. Em vários momentos vemos o contraste de personalidade das duas, e a maneira como uma pensa da outra.

Este foi um episódio íncrivel, que foi levado calmamente, com todo aquele clima delicado que a série as vezes nos apresenta. No fim, Katie aceita o romance da Emily com a Naomi (claro, depois de um “fight” muito show), e as duas vão juntas caminhando para a felicidade. Thomas e Pandora também voltaram as boas, em uma cena muito bacana. Agora é esperar pelo último episódio, que não me levanta tantas expectativas, mas já deixa saudade.

Heroes (3×20) – Cold Snap

Depois de uma semana longe, a série voltou com a feliz ajuda de Bryan Fuller (Dead Like Me/Pushing Daises), mas não só pela presença dele, eu posso dizer que gostei bastante desse episódio.

Primeiro quero dizer que desde o Sylar na primeira temporada não encontramos um vilão tão bom quanto Danko. Ele realmente chegou causando, e espero que continue um tempo a mais pra ajudar o lado mau da série. Segundo, que quando vi nos créditos iniciais, o nome de Noah Gray, já dei aquela leve suspirada. E terceiro que Tracy Strauss, fez este episódio ter a melhor cena desde já um certo tempo.

Vamos aos fatos. Com Nathan fora da jogada (e do episódio), agora Noah deve estar por cima de tudo. Para isso, Angela diz que ele deve ganhar a confiança de Danko entregando alguém “precioso”, sobrando assim para o Rebel. Porém, acaba que Angela também começa a ser caçada. Foi demais ver o Micah voltando a série depois de um bom tempo sumido. E bem, Tracy agora foi desta para uma melhor, mas pelo menos encerrou sua participação de uma forma meio digna, e em uma cena maravilhosa.

Quando Tracy foge, Matt e Mohinder também fogem, levando Daphne com eles para um hospital. A história do Matt entrando na mente da Daphne para tentar dar um final feliz pra ela foi muito legal, e agora a personagem também se despede, para alegria de alguns, e tristeza de outros.

Finalizando, temos também Hiro e Ando na missão de ajudar Matt. Eles acabam por descobrir que aquele bêbê era o filho do Matt (com a Janice), e que ele também tem um poder. Hiro usando seus poderes é muito bom de se ver, porque ele sem poderes, nínguem aguenta.

È isso, esperar pra ver se as coisas continuarão assim. Não foi nada tão perfeito, mas o “up” que a série deu foi significativo, e só veremos se realmente dará resultados, no próximo episódio.

PS : Alguém reparou na amiga da Angela ? Era a tia da Chuck em Pushing Daises. Bem, pelo menos eu acho.

Lost (5×09) – Namastê

20/03/2009 § 4 Comentários

Já se foram 9 episódios. 9 ! Como o tempo passou rápido. Essa temporada está tão boa, que os pequenos “erros” (The Life and Death of Jeremy Bentham) não influenciam em nada. E agora, depois de mais uma semana, Lost voltou, com um episódio que teve muitas informações, segredos, retornos, mas que acima de tudo, foi simplesmente delicioso.

Particularmente, adorei essa nova inserção da vida do pessoal da Dharma na série. Ao longo do episódio, fui pensando nisso. Em todo o tempo, víamos pessoas correndo, mato, praia, escotilha, e etc. Agora, temos uma “vila” na parada, uma rotina, um lar. Isso conseguiu mostrar o lado delícia da série. Alguns fãs podem estar bravos com esse novo lado, mas pra mim, isso foi uma tentativa de escapar da mesmisse, pelo menos em relação ao “ambiente”.

Mas então, vamos ao episódio. Começamos com a cena do pessoal do avião 316 “caindo” na ilha. Jack, Kate, Hurley e Sayid vão parar em 1977, aonde estão Sawyer e os outros. Já Sun, literamente cai junto com o avião, parando na praia junto a Lapidus e Ben. Eu e a torcida do flamengo queremos saber porque raios só os quatro viajaram no tempo. E afinal, o pessoal que caiu e parou na praia, estão em que ano?

Depois Jin descobre que Sun pode estar na ilha e sai correndo atrás de uma estação pra ver se havia sinal de alguma queda de avião na ilha. Enquanto isso, Sawyer tenta inserir Jack, Kate e Hurley na lista do novo pessoal que está chegando no submarino. Agora, tá todo mundo “infiltrado” na Iniciativa Dharma, e veremos o que acontecerá. Ah, e claro, Jin acaba encontrando Sayid, que vira um prisioneiro de mintirinha do pessoal.

ALGUNS DESTAQUES :

– Hurley como sempre, mandando pra valer. Ele com medo de perguntarem  “quem era o presidente em 1977”, e elogiando o inglês do Jin, foi very cool.

– Christian Shepard vagando e assombrando novamente. Aff, cada vez mais quero descobrir qual é a dele.

– Quando Sun e Jin se encontrarem, vai ser muita emoção. Ops, “se” encontrarem.

– Por onde anda Faraday, Bernard, Rose, Vicent e os outros. Ok, pelo menos o Daniel e o Vicent poderiam dar algum sinal de vida.

– Uma das melhores distrações, são “as coisas que vemos agora e que aparecerão no futuro”. Como a maquete que o Radzinski estava a construir. Cool!

– Kate está chata só com esses olhares para o Sawyer. Mas é melhor do que falar muito.

– Falando de Sawyer. Um dos melhores momentos do episódio, foi o “embate” entre ele e o Jack. Invejinha por parte do Jack nínguem notou, né!? Perdeu, playboy!

– Ethan bêbê !!!

– E meu deus, não poderiam ter escolhido melhor o ator para fazer o Ben mirim. Sério, aquele menino me dá medo.

Episódio muito bem feito, que não deixou a desejar em nenhum sentido. Não precisa ter mortes, desespero, teorias conspiratórias, dentre outras coisas, todo santo dia. È bom quando a temática da série muda um pouco. E agora é esperar, pois neste capítulo, muitas coisas foram resolvidas, só arrumando o terreno para os próximos desafios.

The Big Bang Theory + Gossip Girl

20/03/2009 § 3 Comentários

The Big Bang Theory (2×18) – The Work Song Nanocluster

The Big Bang Theory está arrebentando, tanto em audiência, como na qualidade de seus episódios. A primeira temporada ficou pra trás a algum tempo, mas agora já é concreto : a série é a melhor comédia da atualidade, e pronto.

Neste episódio, Penny decide fazer uns pregadores de cabelo para vender. Porém, Sheldon se intromete no “comércio” dela, e acaba por querer expandir a venda. E os dois ainda contam com a ajuda de Leonard, Raj e Howard, já que depois de criarem um site, recebem um pedido de 1000 pregadores para serem entregues em um dia.

Essa coisa da venda poderia ter saído boba demais. Mas não foi isso que aconteceu. Durante todo o episódio, estavam inseridas muitas piadas e situações que realmente faziam o público gargalhar. Penny e Sheldon cantando a musiquinha de pirata, o desafio do xadrez laser (foi pra morrer de ri), e o efeito que o café causou em Sheldon, fizeram, junto com várias outras cenas, este episódio ser simplesmente h-i-l-á-r-i-o.

Gossip Girl (2×18) – The Age of Dissonance

Tinha tanta coisa pra falar, mas acho que nem sei mais o que dizer. Depois de um bom tempo, Gossip Girl está de volta. E em seu retorno, houve um acumulo tão grande de baboseiras, clichês e chatice, que acaba que nem sabemos mais o que dizer de um episódio como este.

Vai acontecer uma peça de teatro e a produção está a todo vapor. Em meio a isso, Serena se interessa pelo diretor, Blair é expulsa de Yale porque alguém etá fofocando sobre ela, Nate e Vanessa tem uma crise no relacionamento por causa do diretor, Dan continua seu romance com a Rachel, e por fim, Chuck volta a sua saga em descobrir sobre o clube secreto que seu pai fazia parte.

Por partes. Serena querendo ter um casinho com o professor foi tipo, sem noção. Mas o pior mesmo foi a tentativa de investidas nele. Rolou até a Vanessa falando tudo sobre o assunto (o diretor era cult, que nem a V.), enquanto Serena repetia. Blair e suas intriguinhas já estão dando no saco. Eu realmente gostava mais quando a personagem era má, sem fazer taanto drama assim. Nate sente ciúmes do diretor, e bem, sabe que eu posso dizer que a “química” Nate e Vanessa está melhor do que Dan com qualquer outra atual. Mas mesmo assim, péén.

Até que eu gostava do Dan, mas aff. Não sei se é o ator ou o personagem, mas que ódio que eu peguei dele naquele finalzinho que ele diz pra Blair que transou com a  Rachel no armário, e também com a cara que ele diz : “não, você é pior”. Argh. E por fim, Chuck e aquela trama totalmente sem sentido, que não sei pra que foi iniciada. Pelo menos agora ele tem um inimigo.

No fim, todo mundo sai falando verdades em frente ao teatro, e o diretor chinga o pessoal. Tinha um crítico vendo a peça, e como sempre, o diretor pede descupas, mas ele diz que adorou tudo e blá blá blá. Aff, nada clichê né. E ainda descobrimos que ele – Julian, o diretor –  é gay. È isso, muita chatice em um só episódio. Que o próximo consiga fazer algo melhor.

E a morte ronda as séries

16/03/2009 § 3 Comentários

Se você assiste a algum seriado, provavelmente tem um personagem predileto. E claro, sempre torce para o seu sucesso. Mas também, temos que estar cientes de que nem sempre, o nosso personagem preferido, agrada também os roteiristas. Ou seja, nínguem está a salvo.

Michael Ausiello divulgou uma lista com o possível número de mortos em algumas das séries exibidas nos EUA. Então, saiba quantos personagens podem partir para sempre na sua série preferida, e torça os dedos para não ser alguém querido. E claro, façam suas apostas.

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