grey’s anatomy e as escolhas da vida

22/05/2010 § 1 comentário

*spoilers

ainda não consigo esquecer a sensação que tive ao assistir “sanctuary/death and all his”. foi um pânico, uma tensão, algo inexplicavelmente realista. e por mais que grey’s anatomy tenha feito episódios que criassem uma mistura de emoções muito intensa, nenhum chegou a esse nível. posso estar sob o forte efeito dessa finale, mas digo uma coisa: esse foi o melhor episódio da série em toda sua longa história.

todos os personagens foram envolvidos de forma brilhante na quase interminável saga do atirador. alguns descartáveis até o momento, foram essenciais para o episódio como um todo. reed foi a primeira vítima. e percy…quem era percy? mas ainda assim ele conseguiu se render nos seus últimos momentos, fazendo parte da trama mais emocionante. outro belo exemplo é a april. quem diria que aquela que foi demitida no 6×06, e voltou brotando um sentimento ridículo pelo derek, pudesse se sair tão bem.

desde o arco do serial killer a meredith me conquistou imensamente. nesta temporada ela passou em branco, mas voltou com tudo enquanto ainda tinha chance. descobre que está grávida, que o seu marido é o alvo principal do assassino, vê ele tomando um tiro, vê ele “morrendo”, e ainda perde o seu bêbê. não foi pouca coisa pra nossa protagonista. mas que bom que ela tinha a cristina ao seu lado. já disse e repito: meretina é a melhor relação de grey’s e uma das melhores de todas as séries.

lexie, alex e sloan foram ótimos também. sempre torci por slexie, mas de uns tempos pra cá meu coração se virou pra alexie. acho que desse casal pode nascer muita coisa boa. e fora que o sloan pode muito bem ficar com a teddy né.

todos estavam fantásticos (TODOS!), mas ninguém conseguiu roubar a cena de chandra wilson. não podem deixa-la de fora do emmy. a tentativa de salvar o percy, e depois, de confortá-lo, foram excepcionais. fora a cena do elevador. e tudo isso contracenando com mandy moore, que estava maravilhosa. sua participação foi realmente especial.

callie e arizona foram as que menos estiveram sob o perigo. passaram todo o tempo sem nem mesmo saber o quão grave estava a situação, mas quando souberam…tenso! ficava esperando a hora do gary clark fazer alguma coisa. mas tudo ficou bem, e acabou que finalmente, as duas voltaram as boas, e decididas sobre a questão do filho.

então, acho que consegui falar tudo que o que queria. episódio impecável, com todos em sintonia, todas as histórias boas, e shonda rimes se redimindo com os fãs (foi ela que escreveu, até onde eu sei). agora que venha a sétima temporada, e que ela seja melhor que esta sexta, que ainda que tenha terminado super bem, e tendo episódios fantásticos, deixou um vazio na alma.

ps1 é um mini-defeito, ok: ainda não entendo porque o agente atirou no gary e não foi lá pegar ele. oi? atira e sai correndo, é? acho que vou morrer sem entender isso.

ps2: baixar a trilha JÁ!

Breaking Bad (3×01) – No Mas

22/03/2010 § Deixe um comentário

*com spoilers

Uma das melhores a melhor séries no ar hoje, está finalmente de volta! E retornamos de onde paramos. Agora os personagens lidam com as consequências de todos os acontecimentos, e tentam seguir em frente. Tentam.

Os notíciarios já comentam sobre a queda do avião. E como bem sabemos, este acidente está ligado indiretamente a Walter, que parece saber disso, mesmo não admitindo (a cena do ginásio reflete esta situação). Além de enfrentar esta “culpa”, ele agora vê sua família ser destruída. Skyler o manda pra fora de casa, descobre sobre o trabalho com as drogas, e ainda exige a separação. Tudo de uma só vez. Percebendo os rumos que sua vida anda tomando, ele decide “parar com as drogas”.

Enquanto isso, Jesse entra em uma reabilitação, tentando enfrentar a perda de Jane. As cenas ali foram simples e belas,  enfatizando os sentimentos do personagem. Mas não posso deixar de citar uma bastante marcante,  a  que o conselheiro conta sobre como matou sua filha. Enfim Jesse sai da clínica, agora com uma nova perspectiva: aceitar quem realmente é. E como o próprio diz: “eu aceito quem eu sou. Eu sou o cara mau”.

Em meio a todos esses conflitos, nasce um maior ainda, o que promete ser o fator que dará uma imensa balançada na vida de Walter e Jesse:  “os primos”. Parecem estar atrás de Walter, já que a foto dele estava na capela que os dois visitaram. E falando nela…aquela santa que estava lá dentro, é a Santa Muerte. De acordo com o Wikipedia, “aqueles que para ela oram procuram recuperação da saúde, itens roubados ou entes familiares sequestrados”.

Breaking Bad voltou em forma. O trabalho técnico da série continua impecável. Destaco a fotografia e a direção (que  aqui foi do próprio Bryan Cranston). O que vem pela frente, não sei. Mas confio plenamente no Vince Gilligan, e fico tranquilo em relação ao futuro da série. Basta ver o passado pra saber que ele sabe o que faz.

Lost (6×04) – The Substitute

21/02/2010 § 2 Comentários

Por favor, joguem as pedras no chão. Pronto? Pois então, não achei esse episódio de Lost tudo isso. Não esperava muita coisa por se tratar de um personagem que já não me convence. E depois de ver o twitter todo se descabelar, até que nasceu uma certa expectativa. Mas o que aconteceu, foi exatamente o ocorrido a uma temporada atrás, com “The Life and Death of Jeremy Bentham”. Tinha tudo pra ser bom, mas acabou sendo somente ok (e olhe lá).

Depois de quatro episódios, já podemos afirmar que o lado “externo” da história é muito melhor do qual se passa na ilha. E foi até interessante ver o John Locke seguindo sua vida em LA. É demitido pelo chefe chatão, recebe a ajuda do Hurley, conversa com Rose, e vai parar em uma escola que tem como professor…Benjamin Linus. Pode ser bom, mas não é nada de espantoso, já que qualquer fã de Lost está muito bem acostumado com a presença de um personagem na história do outro. E sabe o que seria legal? Se eles fugissem do óbvio (não importa o que façam, o final é o mesmo), enganando todos os fãs. Acredito em Damon/Carlton.

O Inimigo tomou o corpo do Locke, mas parece que o mesmo Locke estava ali ainda. Os mesmos discursos, o mesmo jeito foda de ser, e a mesma ladainha de “don’t tell me what i can’t do”. 1 – Não precisa repetir um milhão de vezes essa frase, né; 2 – não estou dizendo que o Terry O’Quinn é ruim (longe disso), mas ele agora é outra pessoa!

Entendo que a Juliet morreu, e o Sawyer está desolado por isso, mas NÈ. È chatice demais. E ele não estava bêbado? Daí sai andando pela floresta “feliz da vida”, descendo escadas em penhascos. Enfim…

Então a resposta para o mistério dos bad numbers é “o Jacob tem afeição por números”? Poderíamos terminar a série sem uma resposta concreta sobre eles, mas seria melhor do que ficar apenas com essa solução dada no episódio. Mas ainda acredito que tem mais coisa nisso tudo.

E a parte Ilana foi ok. Confesso que até agora não vi nada demais nela. E não me importo. Diferente da Sun, que é uma ótima personagem, mas está bastante apagada na trama. Coloca ela pra encontrar o Jin logo. E não poderia deixar de falar que o discurso do Ben foi ótimo.

Pra terminar, queria dizer que não foram só esses detalhes – que muitos consideram irrelevantes – que me desanimaram. Foi o pacote completo. Até mesmo o ritmo não achei muito bom. E como já falaram, estamos diante da última temporada da série. Não dá pra vacilar assim. Então espero mesmo que os próximos sejam melhores.

Lost (6×01/02) – LA X

03/02/2010 § 3 Comentários

Confesso que quando esta premiere acabou, tive que parar pra refletir o que eu tinha acabado de assistir. Seguindo um novo modo de desenvolver a história (adeus Flashbacks? Flashforwards?), Lost mostrou que agora, o jogo é outro!

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Médicos e Enfermeiras

15/11/2009 § 1 comentário

Robbin’s Anatomy foi ótimo. Arizona e sua relação com crianças é uma coisa bem bacana de se ver. E quanto temos um final trágico como o do episódio, a situação fica bem mais complicada. Além de matarem o garoto, fizeram isso justamente no aniversário dele e da Arizona. Foi pra engolir seco. Junto com ela chorando com a Callie. Relação esta, que admiro muito.

Cristina começa a aparecer com seu lado médico. Já estava na hora, né. Muito bom o conflito com o Hunt. Falando nisso, o casal parou de progredir. Outra coisa legal também foi o Karev com a história do bêbê. Nem tem como reclamar dele no episódio. No geral, tivemos aquela coisa emocionante e forte o tempo todo. Drama de primeira!

Já esse último de Grey’s Anatomy foi bom também. Mas não tanto. Cristina teve um certo destaque a mais, porém nada tão impactante. Preciso de um Yang’s Anatomy. Sério, a personagem precisa voltar a ser aquela médica. E não adianta me colocar uma Teddy da vida para ser Cardio God. Não gostei dela, nem como cirugiã, nem como pessoa. E pra quê abalar  o casal já abalado mais apagado da série? Affe.

Izzie voltou. E Meredith também. A primeira teve um caso bacana, um retorno impactante, mas continua aquela coisinha insignificante. Estava linda ela, não?! E a segunda, calma e tranquila como vem sendo. Mer me conquistou desde a quinta temporada, e fielmente sigo amando-a. Ainda teve a Adelle suspeitando de um caso entre a Bailey e o Chief. Hilário. E no fim, parece que Richard se tocou sobre o que vem fazendo. Vamos ver no que isso vai dá. Até agora, maravilha essa temporada.

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Mercy continua me conquistando, apresentando uma história simples e envolvente. O sexto episódio se focou no romance da Veronica com o Mike. Todo mundo sabia do segredo da enfermeira, e claro, ele acabou chegando aos ouvidos do rapaz. Vou confessar que aquela família é um porre. E se não fosse a Veronica com o seu caso médico, seria total merda. Elizabeth Moss fazendo a paciente com câncer foi bem legal. Só nem precisou de muito esforço pra atuar, né. Sonia e o drama com o tiroteio relacionado a seu namorado estava ok. E a Chloe vai perdendo seu destaque no hospital. Enfim, de certa maneira o episódio foi bom.

O sétimo foi igualmente bom. Só acho que a série precisa manter o equilíbrio melhor. Veronica teve como paciente o seu próprio pai. E tinha que vir junto na bagagem uns familiares idiotas. George O’Malley feelings. Mas então, foi engraçada a briga do Mike com o Chris. Agora vamos combinar que uma morte por aqueles lados ali seria bom, não!?

Sofia, aquela que sempre reclamo não ter um caso bom, finalmente teve a sua hora. Não que seja grande coisa, mas foi uma trama interessante. E  foi surpreendente quando a paciente atacou o namorado que abusava dela. Estava aquela coisa bem tensa mesmo. Enquanto isso, Chloe continua apagada no lado médico de ser. E a vida pessoal dela nem vai tão bem. Era tão bom no início…

Rápido e direto!

15/11/2009 § Deixe um comentário

Family Guy retornou depois de um bom tempo, com 2 episódios. Valeu a pena, né. O quarto começou divertido, mas foi ficando chatinho ao decorrer do tempo. Brian e seus relacionamentos amorosos não é algo tão divertido assim. E como o destaque foi praticamente dele, ficou tudo meio morno. Tirando a homenagem a Patrick Swayze, com o Peter golpeando tudo a sua frente, só algumas coisinhas foram consideráveis.

Já o quinto: simplesmente fantástico. Brian e Stewie juntos, como não gostar?! E ainda dividindo as atenções com o Peter. Ou seja, equilíbrio perfeito. Este episódio será memorável. Tivemos o famoso Evil Monkey saindo do armário para viver com a família. E do outro lado, uma zoação hilária com Miley Cyrus. Muitas cenas divertidas, e ótimos momentos, como a referência a King Kong. E de acordo com Family Guy, Hanna Montana é um andróide. Amazing!

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O sexto episódio de Fringe foi chato e dispensável. Nem tenho muito o que falar. O caso da semana foi fraco, o andamento da investigação foi um tédio, e simplesmente não empolgou toda a história do cosmonauta. Enquanto o sétimo, pode entrar no top episódios da série. Estava tudo excelente. Uma criança vilã. Uma história envolvente. Cenas bacanas, e uma pitada de mistérios da storyline principal. Foi surpresa o garoto estar controlando as pessoas? Não. Mas me surpreendi ao ver que ele estava armando tudo. Pensei que seria o velho clichê da “criança com poderes que é usada por caras maus”. Com certeza redimiu o nível do episódio anterior. Muito bom!

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Crítico e tocante. Um bom resumo para o 1×09 de Glee. Focado no Artie, o episódio mostrou um pouco da dificuldade enfrentada por cadeirantes. E a lição de moral não veio só daí. Sue Sylvester, quem diria, tem coração! Ela chamou uma deficiente para ser a nova integrante do Cheerios. No final, descobrimos que a professora tem uma irmã com esse mesmo problema. Foi incrível a maneira como trataram dos temas. Tivemos ainda Puck e Finn em conflito por causa do filho da Quinn. E Kurt disputando uma música, e mostrando ter uma bela relação com o seu pai. Pra mim, o problema foram os musicais. Não foram ruins, mas tirando a apresentação final, o brilho está mais fraco. Ainda assim, Glee continua com sua essência divertida.

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Os dois últimos episódios de Gossip Girl foram até aceitáveis. Minto, porque o último foi muito bom! Vamos lá. O oitavo envolveu a eleição que Tripp Van Der Bilt concorria. Foi aquela coisa de escândalos políticos, sabe. Mas todo mundo que assiste a série gosta dessas intriguinhas. E esse foi o ponto considerável do episódio. Junto com a Blair enfiando a cara no bolo. Pastelão, mas divertido. Ahh, e que tal dar uma sumida no Nate? Jurooo, nem vou notar.

O nono foi super digno de primeira temporada. E isto é pra comemorar, considerando o nível que a série vem mantendo. Mas então…tava todo mundo bitch! Jenny tentando arranjar um bom partido para o baile. Eric querendo parar a Jenny. E a Blair se intrometendo para “proteger” o seu legado. Foram muitas reviravoltas, e todas regadas a golpes teens. Eles fizeram o episódio ser o que foi. O Threesome não foi nada, em comparação. E olha que eu não me decepcionei como a maioria. A burrice foi da CW de divulgar aquilo como um threesome propriamente dito. Pois então, GG finalmente fez algo para chamar de BOM!

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How I Met Your Mother teve dois ótimos episódios. O sexto foi um duelo de casais. Lilly e Marshal são conhecidos por serem perfeitinhos, mas começaram a brigar. Enquanto Robin e Barney, são conhecidos por serem saidinhos, viraram o casal exemplo. E a série conseguiu conduzir tudo isso muito bem. Momentos impagáveis, como o Barney e a Robin não tendo pra onde escapar ao iniciarem uma briga, provam que HIMYM consegue ser divertida e “deliciosa” ao mesmo tempo.

O sétimo então, foi fantástico! Memorável, também. Afinal de contas, marcou o término do relacionamento do Barney com a Robin. Amo os dois, mas nem vou ligar se eles não voltarem. Eles foram se destruindo aos poucos. Foi hilário o Barney gordo, e a Robin estressadíssima. E a Lilly armando para separa-los com a ajuda das “maiores brigas”, foi impagável. Não tem como falar mais. Foi muito bom, meesmo. Vamos ver qual o rumo a série tomará, já que perdeu um casal bastante querido pelo público. Agora: Daddy’ Home!

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O que acontece com The Big Bang Theory, hein? A série não é mais a mesma. A temporada até agora está bem medíocre. Sheldon, meu ídolo, as vezes me cansa mentalmente. Assim, o sexto episódio foi legal. Leonard tentando aprender sobre futebol. Sheldon mostrando saber sobre futebol (!). Enquanto Raj e Howard vão aparentando cada vez mais ser um casal. Essa é a graça do negócio. O problema que eu vejo são as tramas inventadas. Estão fracas.

O sétimo melhorou um pouco. Foi centrado no Sheldon, fato que proporcionou os melhores episódios da segunda temporada, vamos confessar. O nerd mais nerd do universo tem um trauma de infância que o deixa nervoso ao presenciar uma briga. E o episódio todo foi cercado de conflitos. Penny com Leonard por causa de um hospéde da loira, e Raj com Howard por causa do “relacionamento” deles. Sheldon definitivamente me puniu por dizer que as vezes ele cansa. Já disse, e repito: as caras de Jim Parsons são hilárias. Ainda assim, espero umas tramas mais divertidas.

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Agora as coisas serão assim: rápidas e diretas. Claro que tentarei escrever textos de verdade, mas enquanto isso, vai sendo esses mini-comentários chupados aí. Se já me atraso com as séries, com os comentários então, é pior ainda. São tempos díficeis, meus caros!

V (1×01) – Pilot

04/11/2009 § 3 Comentários

Trama interessante, atuações convincentes, efeitos especiais impressionantes, parte técnica no ponto, personagens carismáticos, e um início incrivelmente bom. È, eles chegaram!

“V” apresentou um piloto muito sólido. Não foi perfeito. Nem mesmo ultrapassou minhas expectativas (ok, elas já eram enormes). Mas ainda assim convenceu com um roteiro fantástico, e todas as outras coisas já citadas. Alguns conseguiram achar defeitos. Eles existem, mas nenhum é tão forte para comprometer a qualidade da série.

È um dia normal (clichê básico, mas nínguem liga), quando de repente, tudo começa a tremer. Em diversas cidades do mundo, todos tem a mesma visão ao olhar para os céus: uma nave gigantesca. O tumulto é instaurado. Direto da nave, uma mulher aparece para comunicar-se com os humanos. Dado o recado, ela é aplaudida, e vem a Terra para um contato mais direto. Os visitantes enfim, pisaram no nosso lar.

Os visitantes em questão, são bem complexos. Só com o passar do tempo que vamos percebendo um pouco da identidade deles. Eles são pacíficos. Sempre. Isto pelo menos é o que dizem. O outro lado da moeda é que eles existem ali a mais tempo, e não são tão bonzinhos como aparentam (ou querem aparentar). E é isso que os já chamados resistentes querem provar.

Além desse já confronto entre os povos, temos também um ponto interessante a destacar: a religião. A visão deles promete ser algo interessante a ser explorado. Pessoas de outro mundo entraram na nossa casa. O que a religião tem a dizer sobre isso!? Espero que dêem um pouco de foco para esse lado durante a série.

O piloto foi bastante ágil. E não considero isso um defeito. Afinal de contas, já conhecemos praticamente tudo que a série tem a nos oferecer. A base já foi dada. Agora é seguir em frente, desenvolvendo a trama da melhor forma possível.

Elizabeth Mitchell conduz a sua personagem maravilhosamente. Estava com saudades da eterna Juliet. O elenco todo é ótimo, vamos confessar. Até mesmo o filho da Erica (aposto que todo mundo já odeia ele). Joel Gretsch e Morena Baccarin prometem ganhar muitas atenções. Ele com o seu padre confuso, e ela como a “líder” dos visitantes. Não posso deixar de citar o jornalista. Òtimo o momento em que ele confronta a Anna.

As cenas com as naves espalhadas pelo mundo foi ótima. Rio de Janeiro marcando presença (com direito a anúncio em português). O embate entre os “alienígenas” e a resistência foi uma surpresa e tanto. Descobrimos até que Dale era um V (achei previsível, mas tudo bem). E o Ryan também. Porém, este último está do lado dos humanos, o que salienta a idéia de que apesar de pertencer a mesma raça, existem as diferenças.

A arma usada pelos invasores, de acordo com a Erica, é a devoção. E isso ficou bastante explícito. Logo na cena onde a Anna é aplaudida já começamos a perceber. E a concretização veio no final. Estão todos felizes, achando que os V’s são a esperança que faltava para o mundo. Até mesmo Tyler decidiu se ingressar em um programa na nave, sem o conhecimento de sua mãe. E essa devoção, pode ser o ponto crucial na tentativa de deter os visitantes.

O que me rodeou foi o pensamento de que talvez, a série não consiga se prolongar muito. A ótima audiência pode significar um longo caminho. E isto pode ser um problema. Resta ver se conseguirão levar toda a história em um ritmo legal. Este piloto mostrou muito potencial. Tomara que consigam mantê-lo.  Afinal de contas, visitas merecem ser muito bem tratadas.

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